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	<title>CICS &#187; Notícias</title>
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		<title>Call for Papers Dossier Temático &#8220;Violência e Criminalidade&#8221; – Revista Configurações (CICS.NOVA.UMinho)</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Apr 2015 13:41:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[A Revista Configurações convida ao envio de artigos científicos na área das ciências sociais. A call for papers para esta revista encontra-se permanentemente aberta. A Revista nº 16 integra um dossier temático sobre Violência e Criminalidade, pelo que se aceitam a submissão de artigos para o mesmo, no período entre 1 de Maio a 15 ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A Revista Configurações convida ao envio de artigos científicos na área das ciências sociais. A call for papers para esta revista encontra-se permanentemente aberta.<br />
A Revista nº 16 integra um dossier temático sobre Violência e Criminalidade, pelo que se aceitam a submissão de artigos para o mesmo, no período entre 1 de Maio a 15 de Agosto. As informações seguem abaixo.</p>
<p>Revista Configurações<br />
Dossier temático: Violência e Criminalidade<br />
Coordenadores: Sílvia Gomes (CICS.NOVA – Pólo UMinho, UICCC.ISMAI), Vera Duarte (CICS.NOVA – Pólo UMinho, UICCC.ISMAI) e Maria João Leote de Carvalho (CICS.NOVA)</p>
<p>A violência, nas suas mais variadas formas e expressões, é componente estrutural das dinâmicas sociais. Transversais a todos os grupos sociais, os fenómenos de violência sob a forma de crime geram preocupação social e causam alarme pelos impactos na ordem e coesão sociais. Presentes nas mais diversas dimensões da vida social, violência e criminalidade são problemas sociais complexos e polissémicos, que contemplam diferentes configurações e produzem realidades sociais dinâmicas de difícil acesso. A sua análise exige a conjugação de fatores individuais e sociais, económicos e políticos, culturais e outros que, por sua vez, se traduzem também no questionamento das suas fronteiras concetuais.<br />
Os artigos poderão ser provenientes de qualquer domínio das ciências sociais e poderão reportar-se a investigações empíricas, devendo apoiar-se numa reflexão teórica robusta. Os artigos devem ser enviados para cics@ics.uminho.pt até ao dia 15 de agosto de 2015 e devem conformar-se às normas da revista.</p>
<p>Instruções para os autores:</p>
<p>      Os artigos submetidos para publicação passarão por uma triagem inicial por parte da Comissão Editorial da revista que decidirá da sua pertinência face ao âmbito científico da revista. Seguindo critérios internacionais de excelência, os trabalhos propostos para publicação são submetidos a avaliação independente por especialistas, em regime de anonimato.<br />
      Os textos submetidos para publicação devem conformar-se às seguintes normas:<br />
      1. Todos os textos devem vir acompanhados da identificação do(s) autor(es), respectiva filiação institucional e endereço(s) de e-mail.<br />
      2. Os textos não devem exceder, no total e exceptuando os resumos, 35.000 caracteres, incluindo espaços.<br />
      3. Cada artigo deve ser acompanhado de três resumos (em português, em inglês e em francês), gravados em ficheiro autónomo, com o máximo de 750 caracteres por resumo. O resumo em português deve integrar o ficheiro principal (corpo do artigo).<br />
      4. Os ficheiros, em formato Word, devem ser enviados por correio electrónico.<br />
      5. Todas as citações devem ser traduzidas.<br />
      6. Todos os originais devem:<br />
a) Conter a versão final do texto, pronta a publicar, devidamente revista de gralhas;<br />
b) Vir acompanhados de um título;<br />
c) Conter a indicação de 4 ou 5 palavras-chave, indicadas a seguir ao resumo e nas três línguas indicadas.<br />
      7. Na composição e formatação dos textos deve ter-se em conta as seguintes orientações:<br />
            a) A utilização de, no máximo, dois níveis de titulação, sem numeração nos casos da Introdução e Conclusão e com numeração árabe para o corpo do texto;<br />
            b) As transcrições deverão abrir e fechar com aspas, quando não excederem 4 linhas; no caso de citações mais longas, estas devem ser entalhadas e transcritas sem aspas;<br />
            c) Os vocábulos noutras línguas que não a portuguesa devem ser formatados em itálico;<br />
            d) Os elementos não textuais devem ser organizados em quadros, gráficos ou figuras, identificados com numeração árabe contínua para cada um destes tipos de elementos;<br />
            e) Nas chamadas de notas, que devem ser colocadas em rodapé, devem utilizar-se apenas números sem parênteses;<br />
f) As referências bibliográficas devem ser indicadas entre parênteses no corpo do texto, de acordo com o seguinte padrão: (Rodrigues, 1993: 103); (Costa e Almeida, 1991: 80-84); (Greenwood, 1997a); (Greenwood, 1997b);<br />
g) No final do artigo, deve incluir-se a lista de obras citadas, apresentada da seguinte forma:<br />
- APELIDO, nome próprio (ano), Título do livro, local de edição, editora.<br />
- APELIDO, nome próprio (ano), “Título do artigo”, Título da revista, volume (número), número da primeira e última páginas.<br />
- APELIDO, nome próprio (ano), “Título do artigo/ capítulo”, in Nome próprio<br />
e Apelido (org.), Título da colectânea, local de edição, editora, número da primeira e última páginas.<br />
- Documento na Internet: APELIDO, nome próprio (ano), Título do documento [Online], disponível em: endereço [consultado em: data].<br />
- Locais na Internet e páginas pessoais ou de instituições: Nome [Online], disponível em: endereço [consultado em: data].<br />
- Publicações em revistas na Internet: APELIDO, nome próprio (ano), “Título do Artigo”, Título da Revista, volume (número), número da primeira e última páginas [Online], disponível em: endereço [consultado em: data].</p>
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		<title>CICS.NOVA aceita candidaturas para concurso de atribuição de Bolsas Individuais de Pós-Doutoramento [FCT]</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Apr 2015 16:29:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[A Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT) lançou no passado dia 7 de abril a edição de 2015 do Concurso para atribuição de Bolsas Individuais de Pós-Doutoramento, que visa apoiar os melhores investigadores que pretendam prosseguir investigação pós-doutoral de ponta. As Bolsas de Pós-Doutoramento (BPD)destinam-se a candidatos doutorados, preferencialmente há menos de seis anos, ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT) lançou no passado dia 7 de abril a edição de 2015 do Concurso para atribuição de Bolsas Individuais de Pós-Doutoramento, que visa apoiar os melhores investigadores que pretendam prosseguir investigação pós-doutoral de ponta.</p>
<p>As Bolsas de Pós-Doutoramento (BPD)destinam-se a candidatos doutorados, preferencialmente há menos de seis anos, para realizarem investigação em instituições científicas portuguesas de reconhecida idoneidade. A duração máxima da bolsa é de seis anos, mediante parecer favorável na avaliação intermédia (feita no fim do primeiro triénio).</p>
<p>Para concorrer a uma bolsa de Pós-Doutoramento é necessário também:</p>
<p>· Ter concluído o doutoramento, até à data de submissão da candidatura;<br />
· Ser autor de, pelo menos, um trabalho original com arbitragem por pares, já publicado ou aceite para publicação à data da candidatura, ou possuir um indicador de realização equivalente;<br />
· Ter pelo menos um indicador de produtividade científica por cada três anos após o grau de doutor;<br />
· Não ter beneficiado de uma BPD diretamente financiada pela FCT. Não obstante, a título excecional, no concurso de 2015, poderão concorrer, para um período máximo de três anos, candidatos que já beneficiaram de uma BPD financiada pela FCT.</p>
<p>O Centro Interdisciplinar de Ciências Sociais CICS.NOVA (<a href="www.cics.nova.fcsh.unl.pt">www.cics.nova.fcsh.unl.pt</a>) convida os investigadores doutorados a submeter uma candidatura integrada nas suas linhas de investigação:</p>
<p>- Desigualdades Sociais e Ação Pública<br />
- Cidadania, Trabalho e Tecnologia<br />
- Mudanças Ambientais, Território e Desenvolvimento<br />
- Modelação Espacial, Social e Planeamento<br />
- Dinâmicas Populacionais e Saúde</p>
<p>As candidaturas que pretendam ter o CICS.NOVA como Unidade de Investigação principal devem ser enviadas até ao dia 30 de abril de 2015, para o email <a href="cicsnova@fcsh.unl.pt">cicsnova@fcsh.unl.pt</a> com o assunto ‘Bolsas Individuais de Pós-DoutoramentoFCT  2015’, devendo conter:</p>
<p>- Linha de investigação a que se candidata (das acima mencionadas),<br />
- CV (curriculum vitae), &#8211; Título doprograma de trabalhos,<br />
- Síntese do programa de trabalhos (máx. 150 palavras),<br />
- Estado da arte (máx 500 palavras),<br />
- Objetivos a atingir (máx 300 palavras),<br />
- Referências bibliográficas (máx 20)<br />
- Indicação da área científica – (classificação FOS do Manual Frascati)</p>
<p>Os/as candidatos/as que vierem a ser selecionados/as poderão apresentar a sua candidatura à FCT até às17h de dia 11 de maio, tendo Unidade de Investigação principal o CICS.NOVA.</p>
<p>Estamos disponíveis para esclarecer eventuais dúvidas pelo e-mail  <a href="cicsnova@fcsh.unl.pt">cicsnova@fcsh.unl.pt</a><br />
Informação sobre o concurso da Fundação para a Ciência e Tecnologia – FCT disponível <a href="http://www.fct.pt/apoios/bolsas/concursos/individuais2015.phtml.pt">aqui  </a></p>
<p>É fundamental a consulta do Guião de Candidatura, disponível <a href="http://www.fct.pt/apoios/bolsas/concursos/docs/BolsasGuiaoCandidatura2015.pdf">aqui</a></p>
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		<title>Revista Configurações 14 &#8211; &#8220;Para além da governação. Políticas, práticas e discursos de inclusão e promoção da diversidade cultural&#8221;</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Mar 2015 15:56:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[“Este número especial almeja promover um debate de forma crítica e reflexiva sobre a Governação da Diversidade Cultural no atual contexto latino-americano e europeu.” (Padilla e França. in Introdução) Índice da Revista Para além da governação. Políticas, práticas e discursos de inclusão e promoção da diversidade cultural (Beatriz Padilla e Thais França) 1. Multiculturalismo, pluralismo ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>“Este número especial almeja promover um debate de forma crítica e reflexiva sobre a Governação da Diversidade Cultural no atual contexto latino-americano e europeu.” (Padilla e França. in Introdução)</p>
<p><strong>Índice da Revista </strong><br />
Para além da governação. Políticas, práticas e discursos de inclusão e promoção da diversidade cultural (Beatriz Padilla e Thais França)</p>
<p>1.	Multiculturalismo, pluralismo cultural y interculturalidade en el contexto de América Latina: la presencia de los pueblos originarios (Alicia M. Barabas)<br />
2.	Representações de professoras/es de escolas públicas do Rio Grande do Sul/Brasil sobre diversidade cultural (Célia Elizabete Caregnato, Pâmela Marconatto Marques e Gregory da Silva Balthazar)<br />
3.	Del discurso a los hechos: el Estado mexicano y los pueblos indígenas de México (Andrea Aguilar Edwards)<br />
4.	Interculturalidad, politicas públicas y construccíon de hegemonia en la Argentina kirchnerista: el caso INADI  (Cecilia Melella)<br />
5.	La diversidade linguística en los espacios virtuales en México: un análisis crítico desde la Sociedad de la Información (Gabriel Pérez Salazar)<br />
6.	Diversidad cultural o desigualdade social? Una aproximación crítica a la competência cultural en la salud de las necesidades sentidas por mujeres en contextos de diversidad, injusticia social y austeridad (Sonia Hernández Plaza)<br />
7.	El problema de la deserción y las possibilidades de la investigación-acción participativa (Gabriela de la Peña Astorga)<br />
8.	La imagen de la mujer inmigrante en los libros de textos argentinos (Maria Soledad Balsas)<br />
9.	No tendrás dioses ajenos delante de mí: notas sobre la diferenciación y la intolerancia religiosas en México (Francesco Gervasi)</p>
<p><strong>Ficha Técnica:</strong><br />
Centro de Investigação em Ciências Sociais<br />
Edição/reimpressão: 2014<br />
Páginas: 198<br />
Editor: Edições Húmus<br />
ISSN: 1646-5075<br />
Preço: 10€</p>
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		<title>Projeto de Doutoramento de Alix Sarrouy &#8220;Macro e micro mediações culturais: estudo comparatista entre programas de orquestras sinfónicas inspiradas do El Sistema na Venezuela, no Brasil e em Portugal&#8221;</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Feb 2015 12:23:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[O Investigador Alix Sarrouy encontra-se a realizar o seu projeto de Doutoramento intitulado &#8220;Macro e micro mediações culturais: estudo comparatista entre programas de orquestras sinfónicas inspiradas do El Sistema na Venezuela, no Brasil e em Portugal&#8221; financiado pelo CRUP &#8211; Acções Integradas Luso-Francesas e como bolseiro do projeto GOVDIV &#8220;Multilevel governance of cultural diversity in ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Investigador Alix Sarrouy encontra-se a realizar o seu projeto de Doutoramento intitulado &#8220;Macro e micro mediações culturais: estudo comparatista entre programas de orquestras sinfónicas inspiradas do El Sistema na Venezuela, no Brasil e em Portugal&#8221; financiado pelo CRUP &#8211; Acções Integradas Luso-Francesas e como bolseiro do projeto GOVDIV &#8220;Multilevel governance of cultural diversity in a comparative perspective: EU-Latin America&#8221; (IRSES-Marie Curie), no núcleo de Santa Rosa de Agua na região de Maracaibo da Venezuela. Durante três meses fará observação dos locais e pessoas envolvidas no El Sistema, um modelo didático musical, idealizado e criado na Venezuela por José Antonio Abreu, que consiste em um sistema de educação musical pública, difuso e capilarizado, com acesso gratuito e livre para crianças e jovens adultos de todas as camadas sociais.<br />
Algumas fotos que documentam o trabalho já realizado com a comunidade:<br />
<a href="http://cics.uminho.pt/2015/02/05/projeto-de-doutoramento-de-alix-sarrouy-macro-e-micro-mediacoes-culturais-estudo-comparatista-entre-programas-de-orquestras-sinfonicas-inspiradas-do-el-sistema-na-venezuela-no-brasil-e-em-portugal/dcim103gopro/" rel="attachment wp-att-8292"><img class="alignnone size-full wp-image-8292" alt="DCIM103GOPRO" src="http://cics.uminho.pt/wp-content/uploads/2015/02/GOPR7330-2-e1423138882928.jpg" width="220" height="194" /></a> <a href="http://cics.uminho.pt/2015/02/05/projeto-de-doutoramento-de-alix-sarrouy-macro-e-micro-mediacoes-culturais-estudo-comparatista-entre-programas-de-orquestras-sinfonicas-inspiradas-do-el-sistema-na-venezuela-no-brasil-e-em-portugal/dcim103gopro-2/" rel="attachment wp-att-8293"><img class="alignnone size-full wp-image-8293" alt="DCIM103GOPRO" src="http://cics.uminho.pt/wp-content/uploads/2015/02/GOPR7299-2-e1423138937698.jpg" width="220" height="165" /></a></p>
<p><a href="http://cics.uminho.pt/2015/02/05/projeto-de-doutoramento-de-alix-sarrouy-macro-e-micro-mediacoes-culturais-estudo-comparatista-entre-programas-de-orquestras-sinfonicas-inspiradas-do-el-sistema-na-venezuela-no-brasil-e-em-portugal/gopr6961/" rel="attachment wp-att-8289"><img class="alignnone size-full wp-image-8289" alt="GOPR6961" src="http://cics.uminho.pt/wp-content/uploads/2015/02/GOPR6961-e1423138984966.jpg" width="220" height="293" /></a></p>
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		<title>Alargamento de prazo de submissão de artigos até 20 de Abril &#8211; Call for papers: Revista Configurações – nº 15</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Jan 2015 17:20:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Os artigos poderão ser provenientes de qualquer domínio das ciências sociais e poderão reportar-se a investigações empíricas, devendo apoiar-se numa reflexão teórica robusta. Os artigos devem ser enviados para até ao dia 20 de abril de 2015 e devem conformar-se às normas da revista. Instruções para os autores: Os artigos submetidos para publicação passarão por ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Os artigos poderão ser provenientes de qualquer domínio das ciências sociais e poderão reportar-se a investigações empíricas, devendo apoiar-se numa reflexão teórica robusta. Os artigos devem ser enviados para até ao dia <strong>20 de abril de 2015</strong> e devem conformar-se às normas da revista.<br />
Instruções para os autores:</p>
<p>Os artigos submetidos para publicação passarão por uma triagem inicial por parte da Comissão Editorial da revista que decidirá da sua pertinência face ao âmbito temático do número em causa. Os artigos enquadráveis no número temático serão subsequentemente submetidos ao parecer de dois revisores científicos especialistas na área em causa, em sistema de blind refereeing.<br />
Os textos submetidos para publicação devem conformar-se às seguintes normas:<br />
1. Todos os textos devem vir acompanhados da identificação do(s) autor(es), respectiva filiação institucional e endereço(s) de e-mail.<br />
2. Os textos não devem exceder, no total e exceptuando os resumos, 35.000 caracteres, incluindo espaços.<br />
3. Cada artigo deve ser acompanhado de três resumos (em português, em inglês e em francês), gravados em ficheiro autónomo, com o máximo de 750 caracteres por resumo. O resumo em português deve integrar o ficheiro principal (corpo do artigo).<br />
4. Os ficheiros, em formato Word, devem ser enviados por correio electrónico.<br />
5. Todas as citações devem ser traduzidas.<br />
6. Todos os originais devem:<br />
a) Conter a versão final do texto, pronta a publicar, devidamente revista de gralhas;<br />
b) Vir acompanhados de um título;<br />
c) Conter a indicação de 4 ou 5 palavras-chave, indicadas a seguir ao resumo e nas três línguas indicadas.<br />
7. Na composição e formatação dos textos deve ter-se em conta as seguintes orientações:<br />
a) A utilização de, no máximo, dois níveis de titulação, sem numeração nos casos da Introdução e Conclusão e com numeração árabe para o corpo do texto;<br />
b) As transcrições deverão abrir e fechar com aspas, quando não excederem 4 linhas; no caso de citações mais longas, estas devem ser entalhadas e transcritas sem aspas;<br />
c) Os vocábulos noutras línguas que não a portuguesa devem ser formatados em itálico;<br />
d) Os elementos não textuais devem ser organizados em quadros, gráficos ou figuras, identificados com numeração árabe contínua para cada um destes tipos de elementos;<br />
e) Nas chamadas de notas, que devem ser colocadas em rodapé, devem utilizar-se apenas números sem parênteses;<br />
f) As referências bibliográficas devem ser indicadas entre parênteses no corpo do texto, de acordo com o seguinte padrão: (Rodrigues, 1993: 103); (Costa e Almeida, 1991: 80-84); (Greenwood, 1997a); (Greenwood, 1997b);<br />
g) No final do artigo, deve incluir-se a lista de obras citadas, apresentada da seguinte forma:<br />
- APELIDO, nome próprio (ano), Título do livro, local de edição, editora.<br />
- APELIDO, nome próprio (ano), “Título do artigo”, Título da revista, volume (número), número da primeira e última páginas.<br />
- APELIDO, nome próprio (ano), “Título do artigo/ capítulo”, in Nome próprio<br />
e Apelido (org.), Título da colectânea, local de edição, editora, número da primeira e última páginas.<br />
- Documento na Internet: APELIDO, nome próprio (ano), Título do documento [Online], disponível em: endereço [consultado em: data].<br />
- Locais na Internet e páginas pessoais ou de instituições: Nome [Online], disponível em: endereço [consultado em: data].<br />
- Publicações em revistas na Internet: APELIDO, nome próprio (ano), “Título do Artigo”, Título da Revista, volume (número), número da primeira e última páginas [Online], disponível em: endereço [consultado em: data].</p>
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		<item>
		<title>Livro Prostituição e Tráfico de Mulheres para fins de exploração sexual. Um contributo para a sua delimitação conceptual e aproximação ao contexto português por Manuel Carlos Silva, Fernando Bessa Ribeiro e Rafaela Granja</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Jan 2015 12:54:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Manuel Carlos Silva, Fernando Bessa Ribeiro e Rafaela Granja &#8220;O tráfico de seres humanos, nomeadamente de mulheres para fins de exploração sexual, constitui um dos problemas mais candentes dos nossos dias. Conectando-se com outros fenómenos sociais como a prostituição e a imigração, o tráfico de seres humanos ocupa um lugar relevante na agenda política ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Por Manuel Carlos Silva, Fernando Bessa Ribeiro e Rafaela Granja &#8220;O tráfico de seres humanos, nomeadamente de mulheres para fins de exploração sexual, constitui um dos problemas mais candentes dos nossos dias. Conectando-se com outros fenómenos sociais como a prostituição e a imigração, o tráfico de seres humanos ocupa um lugar relevante na agenda política e social dos governos, dos partidos políticos, das organizações sindicais e da sociedade civil, merecendo um crescente interesse da parte da comunicação social. Ora, parece manifesto que em Portugal as ciências sociais, em especial a sociologia e a antropologia social, não têm dado o devido relevo ao estudo desta questão, pelo que existe ainda um conhecimento sociológico insuficiente por parte dos cidadão e mesmo para a definição de políticas adequadas ao combate a este flagelo social, demarcando-o contudo, conceptual e politicamente, do fenómeno da prostituição relativamente livre e consentida. Perante este cenário, pretendemos com este livro contribuir para uma clarificação conceptual e distinção entre prostituição relativamente livre e tráfego de mulheres para fins sexuais. Para tal foi elaborado um quadro teórico-metodológico conjugado com uma aproximação empírica e análise de textos e documentos produzidos nos últimos anos sobre o fenómeno, com especial atenção para os que se debruçam sobre a sociedade portuguesa.&#8221;</p>
<p><strong>Manuel Carlos Silva </strong>Doutorado pela Universidade de Amesterdão em Ciências Sociais e Políticas. Professor Catedrático e Diretor do Centro de Investigação em Ciências Sociais (CICS) na Universidade do Minho (2002-2014). Distinguido com o Prémio Sedas Nunes pela obra “Resistir e Adaptar-se” (1998, Afrontamento) sobre o campesinato, tem publicado sobre o rural-urbano, desenvolvimento e desigualdades sociais (de classe, étnicas e género). Foi Presidente da Associação Portuguesa de Sociologia (2010-2012).</p>
<p><strong>Fernando Bessa Ribeiro</strong> é professor na Escola de Ciências Humanas e Sociais da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro e investigador no Centro de Investigação em Ciências Sociais da Universidade do Minho, onde coordena a linha de investigação “Trabalho, desigualdades e políticas públicas”. Capitalismo, trabalho e mudança social em Moçambique, género e sexualidade constituem os seus principais interesses de investigação. É autor de numerosos artigos, livros, capítulos de livros, recensões e comunicações em actas de congressos.</p>
<p><strong>Rafaela Granja</strong> é doutoranda em Sociologia na Universidade do Minho e investigadora do Centro de Investigação em Ciências Sociais (CICS.UM). As suas principais área de investigação centram-se nos estudos prisionais, nas relações familiares e nos estudos de género.</p>
<p><strong>Ficha Técnica:</strong><br />
Autores: Manuel Carlos Silva, Fernando Bessa Ribeiro e Rafaela Granja<br />
Edição/reimpressão: 2013<br />
Editor: Letras Paralelas</p>
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		<title>Configurações 13 &#8220;Trabalho e Justiça&#8221;</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Dec 2014 18:41:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[“O presente número da revista Configurações procura contribuir para o estudo das tendências diversas que atravessam a justiça, as instituições e o trabalho social a ela ligados a partir do ângulo da atividade concreta e socialmente situada dos seus agentes – magistrados judiciais e magistrados do Ministério Público, guardas prisionais, técnicos de reinserção social, profissionais ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>“O presente número da revista Configurações procura contribuir para o estudo das tendências diversas que atravessam a justiça, as instituições e o trabalho social a ela ligados a partir do ângulo da atividade concreta e socialmente situada dos seus agentes – magistrados judiciais e magistrados do Ministério Público, guardas prisionais, técnicos de reinserção social, profissionais de saúde nas prisões, entre outros” (CUNHA, Manuela Ivone; MARQUES, Ana Paula; GRANJA, Rafaela. In Introdução: profissões e trabalho na justiça)</p>
<p><strong>Índice da Revista </strong><br />
Introdução: profissões e trabalho na justiça (Manuela Ivone Cunha, Ana Paula Marques e Rafaela Granja)</p>
<p>1.	Novas Reformas, velhos debates: análise das políticas de justiça e dos seus impactos no sistema judicial (Susana Santos)<br />
2.	Desafios ao Ministério Público em Portugal: “porta de entrada” para a cidadania (João Paulo Dias)<br />
3.	Etnografias da prisão: novas direcções (Manuela Ivone Cunha)<br />
4.	Do carcereiro ao guarda prisional: (re)configurações sociais de uma profissão (Ana Pereira Roseira)<br />
5.	Prison counselors in France: a changing profession and its moral dilemas (Yasmine Bouagga)<br />
6.	Saúde e reclusão: de uma breve contextualização do fenómeno ao papel dos profissionais de saúde (Gloria Jólluskin, Andreia de Castro-Rodrigues)<br />
7.	Intervenção em Centro Educativo: discursos a partir de dentro (Tânia Azevedo e Vera Duarte)<br />
8.	A mediação nos Julgados de Paz: perspetivas de alguns atores da justiça em Portugal (Lurdes Guerra e Pedro Cunha)</p>
<p><strong>Recensão</strong><br />
Vera Duarte e Manuela Ivone Cunha (orgs.), Violências e delinquências juvenis femininas: género e (in)visibilidades sociais. (Rafaela Granja)</p>
<p><strong>Ficha Técnica:</strong><br />
Centro de Investigação em Ciências Sociais<br />
Edição/reimpressão: 2014<br />
Páginas: 137<br />
Editor: Edições Húmus<br />
ISSN: 1646-5075<br />
Preço: 10€</p>
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		<title>Speaking the Postcolonial Nation (Interviews with writers from Angola and Mozambique) and  Narrating the Postcolonial Nation (Mapping Angola and Mozambique)</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Dec 2014 15:51:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Organização da investigadora integrada do CICS, Sheila Khan, dos livros Speaking the Postcolonial Nation (Interviews with writers from Angola and Mozambique) and Narrating the Postcolonial Nation (Mapping Angola and Mozambique) “This volume brings together interviews on the topic of the postcolonial nation and its narrations with prominent writers from Angola and Mozambique. The interviewees offer ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Organização da investigadora integrada do CICS, Sheila Khan, dos livros Speaking the Postcolonial Nation (Interviews with writers from Angola and Mozambique) and  Narrating the Postcolonial Nation (Mapping Angola and Mozambique) </strong><br />
“This volume brings together interviews on the topic of the postcolonial nation and its narrations with prominent writers from Angola and Mozambique. The interviewees offer personal insights into the history of post-independence Angola and Mozambique and into the role of the intellectual elite in the complex processes of deconstructing colonial heritage and (re)constructing national identity in a multinational or multiethnic state. Their testimonies provide a parallel narrative that complements the many fictional narrators found in Angolan and Mozambican novels, short stories and poems. The authors interviewed in the book are Luandino Vieira, Ana Paula Tavares, Boaventura Cardoso, José Eduardo Agualusa, Ondjaki and Pepetela from Angola; and João Paulo Borges Coelho, Marcelo Panguana, Mia Couto, Paulina Chiziane, Ungulani Ba Ka Khosa and Luís Carlos Patraquim from Mozambique.” (Leite, M.; Khan, S.; Falconi, J. and Krakowska, K., 2014)</p>
<p>“The essays collected in this volume look at the way that Mozambican and Angolan literary works seek to narrate, re-create and make sense of the postcolonial nation. Some of the studies focus on individual works; others are comparative analyses of Angolan and Mozambican works, with a focus on the way they enter into dialogue with each other. The volume is oriented by three broad themes: the role of history; the recurring image of the voyage; and discursive/narrative strategies. The final section of the book considers the postcolonial in a broader Lusophone and international context..”(Leite, M.; Owen, H.; Chaves, R. and Apa, L., 2014)<br />
Sheila Khan is a researcher at the Centre for Research in Social Sciences at the University of Minho. Her publications include The Lusotropical Tempest: Postcolonial Debates in Portuguese (2012) and Imigrantes Africanos Moçambicanos: Narrativa de Imigração e de Identidade e Estratégias de Aculturação em Portugal e na Inglaterra (2009).</p>
<p><strong>Ficha Técnica de Speaking the Postcolonial Nation</strong><br />
Páginas: 271<br />
Editor: Peter Lang<br />
ISBN: 978-3-0343-0890-8</p>
<p><strong>Ficha Técnica de Narrating the Postcolonial Nation:</strong><br />
Páginas: 291<br />
Editor: Peter Lang<br />
ISBN: 978-3034308915</p>
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		<title>Apresentação Pública, Lisboa (FCG), do Ebook &#8220;Preparados para trabalhar?&#8221;</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Dec 2014 12:46:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A apresentação pública do e-book “Preparados para trabalhar?” terá lugar no dia 2 de Dezembro na Fundação Calouste Gulbenkian em Lisboa. A apresentação estará a cargo dos organizadores desta publicação, Ana Paula Marques e Diana Vieira. Por Ana Paula Marques (CICS/UM) e Diana Vieira (ISCAP/IPP). &#8220;Este livro encontra-se organizado em cinco partes sendo a primeira ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A apresentação pública do e-book “Preparados para trabalhar?” terá lugar no dia 2 de Dezembro na Fundação Calouste Gulbenkian em Lisboa. A apresentação estará a cargo dos organizadores desta publicação, Ana Paula Marques e Diana Vieira.</p>
<p>Por Ana Paula Marques (CICS/UM) e Diana Vieira (ISCAP/IPP).</p>
<p>&#8220;Este livro encontra-se organizado em cinco partes sendo a primeira dedicada ao ensino superior e ao mercado de trabalho. O segundo capítulo decorre de uma fase do trabalho empírico centrado na sistematização e análise das práticas de promoção das competências nas IES que fazem parte do Consórcio “Maior Empregabilidade”. Nos dois capítulos seguintes são dedicados à apresentação do estudo “Preparados para trabalhar?”, começando pela abordagem qualitativa seguida da quantitativa. Nas reflexões finais procura-se retratar os principais resultados encontrados neste estudo, discutindo-se as respetivas implicações em termos de intervenção e investigação futura sobre a preparação dos diplomados do ensino superior para o trabalho.&#8221; (Marques e Vieira, 2014).</p>
<p>O Livro está disponível em português para download gratuito no seguinte URL: <a href="http://issuu.com/forumestudante/docs/preparados_para_trabalhar__web">http://issuu.com/forumestudante/docs/preparados_para_trabalhar__web</a></p>
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		<title>Livro Mudanças culturais, mudanças religiosas. Perfis e tendências da religiosidade em Portugal numa perspetiva comparada de Eduardo Duque (UCP)</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Nov 2014 17:18:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Eduardo Duque (UCP), &#8220;O fenómeno religioso tem sido, ao longo dos tempos, objeto de particular atenção. Foi sendo redefinido perante as suas circunstâncias históricas e socioculturais e parece ter sobrevivido aos diversos anúncios do seu desaparecimento, anunciados por via da alienação tanto intelectual (Comte) e antropológica (Feuerbach), como psiquíca (Freud) e socioeconómica (Marx). Todavia ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Por Eduardo Duque (UCP), &#8220;O fenómeno religioso tem sido, ao longo dos tempos, objeto de particular atenção. Foi sendo redefinido perante as suas circunstâncias históricas e socioculturais e parece ter sobrevivido aos diversos anúncios do seu desaparecimento, anunciados por via da alienação tanto intelectual (Comte) e antropológica (Feuerbach), como psiquíca (Freud) e socioeconómica (Marx). Todavia é inegável que a modernidade, com a sua consequente individualização social, deixou e continua a deixar marcas de uma progressiva secularização da sociedade.</p>
<p><strong>Eduardo Duque </strong>Doutor em Sociologia pela Faculdade de Ciências Políticas e Sociologia da Universidade Complutense de Madrid (2008), Mestre em Filosofia pela Universidade do Minho (2002) e Licenciado em Teologia pela Faculdade de Teologia da UCP-Braga (1999). É Professor da Faculdade de Ciências Sociais da UCP e membro integrado do Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade da Universidade do Minho. As suas áreas de investigação e atuação têm incidido sobre religião e valores na pós-modernidade, tempo e temporalidades, tendências socioculturais e metodologias. Está envolvido em diversos projetos de investigação com apoio nacional e europeu. Foi distinguido com o prémio Extraordinário da Universidade Complutense de Madrid com a Tese <em>El fenómeno Religioso y sus influencias Sociales: Perfiles y tendencias del cambio religioso en Portugal.</em></p>
<p>Ficha Técnica:<br />
Autor: Eduardo Duque<br />
Edição/reimpressão: 2014<br />
Editor: Húmus<br />
Coleção Debater o Social</p>
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